Claudia Ohana (Capitão Gancho)

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Quem não ficou apaixonado pelo disco Monomania da Clarice Falcão? Eu fiquei.

Já faz um tempo que eu fiz a minha releitura subjetiva da música Capitão Gancho, mas só agora tive coragem de compartilhar. Resolvi começar 2014 tomando vergonha na cara e liberando os textos que tenho guardado.

Quando escutei a música pela primeira vez, fiquei pensando nos momentos da vida que me fizeram ser quem sou hoje e cheguei nisso aí, deixei duas frases da música original porque achei que também se encaixam na minha história e dei o nome de Claudia Ohana, já contei como ela entrou na minha vida aqui. O resultado:

“Se não fossem as minhas malas cheias de memórias
Ou aquele dia que eu caí na escola
Não fossem as marcas
Não seria eu

Se não fosse minha vizinha e o se ouvido
Não fosse o Xampu mordendo o meu bico
Não fosse a Naia
Não seria eu

O fato é que as minhas pernas são mesmo meio tortas
Eu não quero se chata
Mas devo dizer que nunca andei mancando por aí!

Você pode até ficar assim meio sem graça
Mas foi o médico que me derrubou, puxou minha perna e me deixou assim.

Se não fosse o sal e o interior
E essa mania que a família tem de virar professor
Se não fosse Deus bancando o escritor

Se não fossem os livros e uma doença e o meu irmão com aquela girafa quando a minha mãe
Não chegava em casa e eu chorando porque ele me enjoava
Se não fosse a Disney e a Claudia Ohana
A falta de filtro e comida italiana
Se não fosse Londres e todos os sonhos
Não seria eu!”

Que tal tentar fazer o mesmo? Pensar nas coisas que te tornam único e escrever o que se não acontecessem você não seria você. Dá para seguir a música, fazer em forma de texto, poesia ou o que você quiser. É um ótimo exercício de autoconhecimento.

Quem ainda não conhece a música o vídeo está aí em baixo e clicando aqui você encontra o álbum completo. É ouvir e amar!

Jamais seja leviano com o novo!

Manifesto ao Novo – Abaixo a Neofobia

O novo apesar do medo que possa despertar, carrega sucesso em seu DNA.

Credits:

Advertised Brand: Única
Advert Title: Down with the Neophobia
Creative Directors: Bruno Calmon, Gustavo Batinga, Ian Valadares
Art Directors: Bruno Calmon, Gustavo Batinga, Ian Valadares
Copywriter: Fábio Perazzo
Illustrators: Chandler Vaz, Gustavo Batinga, Image Bank
Producers: Cláudio Oliveira, César Oliveira
Media: Demis Acasan
Account Managers: Marcelo Azevedo, Núbia Pinheiro, Daniele Caetano
Planner: Priscila Navarro
Film Production: Sopa Digital, SQMA
Finishing: Felipe Klovan, Alexandre Moraes, Leonel Zarpelon
Sound Production: Elos Studio
Vocal: Pedro Pondé

Paixões Cinematográficas

Não sou uma pessoa apaixonada por cinema. Eu gosto e tento manter minha lista de filmes atualizada, mas é só. Tive o prazer de assistir Les Misérables essa semana, sabe aquele sentimento de quando você assiste a um filme e quando ele acaba não saiu de você, fica ali cutucando sua cabeça e você acaba indo dormir pensando nele. É meio mágico, você assiste a um filme e parece que algo mudou dentro de você.

Sai do cinema meio apaixonada pelo Gavroche o menino das ruas revolucionário que no filme é muito bem interpretado Daniel Huttlestone. Claro que você se apaixonada também pela Anne Hathaway – mais uma vez – ainda mais sabendo que estão cantando ‘ao vivo’, mas não vim falar de Os Miseráveis. Eu voltei para casa e comecei a pensar nos personagens por quem já me apaixonei.

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Como sou uma sonhadora apaixonada, tenho muitos personagens na lista, resolvi fazer o meu TOP 10. Pois então, os personagens que mais me conquistaram foram:

1. Antes do Gavroche o último que me conquistou foi o Hugo Cabret (Acho que eu fui a única que chorou feito criança neste filme). O Hugo nos da aquela esperança de encontrar coisas especiais perdidas, seja o que for. A esperança nos move;
2. Já disse no natal que sou apaixonada pelo Grinch, além de fazer minha cor favorita ser verde, ele faz meu natal mais completo (o dia que eu mais gosto no ano). Sou fã do Grinch de carteirinha;
3. Juno. Ela é incrível, inteligente, confiante e diferente de um jeito comum (Isso faz sentido?) ou seja, ela encara suas peculiaridades de uma forma simples e casual (Acho que ficou melhor!);
4. Dwayne de Little Miss Sunshine. Infeliz, dramático e sonhador, mas o que me encantou mesmo foi a relação com sua irmã mais nova Olive. Sou muito ligada ao meu irmão mais velho e isso me afetou de alguma forma no filme, positivamente;
5. Mushu do filme Mulan da Disney (o meu favorito quando pequena). Sou apaixonada pelo Mushu desde sempre, ele era meu personagem favorito na infância e que ainda hoje quando revejo o filme me faz dar risada. Apesar de meio egoísta ele sempre se arrepende no final;
6. João Estrella de Meu nome não é Johnny. Quando esse filme foi lançado eu assisti no cinema e logo que saiu na locadora eu fiz uma cópia pessoal (pirataria) e minha mãe reclamava que eu não parava de ver o filme. Além da história de mudança e superação ele aquela coisa de ‘aproveitar o momento’ que todos mundo queria ter;
7. Amélie Poulian, acho que eu nem preciso comentar sobre, né? A Amélie já é apaixonante por si só. Todos que viram o filme são apaixonados por ela;
8. V de Vingança, o V é tão inspirador que virou modinha revolucionária, não é mesmo? Mas a Natalie Portman esta mais uma vez super incrível (na verdade, sou apaixonada por ela desde Closer e por todos os personagens que ela faz desde então);
9. Lúcia Pevensie de As Crônicas de Nárnia (minha série favorita). Ela é uma fofa e cheia de coragem;
10. Para finalizar, a Violet Baudelaire de Desventuras em Série, queria tanto poder perder o meu cabelo e ter ótimas ideias. Ela é a inventora mais legal do mundo.

personagens

Estão aí os meus principais amores cinematográficos e está ai o meu primeiro post de 2013. Meu ano novo começou maravilhosamente bem com uma temporada fazendo intercâmbio e isso me fez ficar um pouco afastada e meio sem tempo para postagens, mas estou de volta! 🙂

E para alegrar o final de semana um pouco do Mushu porque eu fiquei com saudade dele:

Beijos e quero ver todo mundo fazendo a lista dos seus amores platônicos do cinema!

O melhor feriado do ano!

Todo ano é a mesma coisa, meados de dezembro e a sensação boa já começa chegar. Luzes e enfeites já começam a surgir pela rua e então você pisca o olho e o melhor feriado do mundo já chegou.

Sou completamente apaixonada pelo natal. A magia, alegria, carinho, amor e acima de tudo a esperança que ele transmite. Todo dia quando vou acender as luzes na varanda é impossível não parar e ficar olhando e sorrindo por um tempo.

Claro que cada um tem seu ritual de natal, sabe aquelas coisas que se você não fizer parece que o natal não esta próximo, aqui em casa temos que montar a árvore ao som do CD da Simone, comprar uma roupa bem bonita para a data especial e assistir os maiores (e melhores) clássicos natalinos do cinema:

1) O mais clássico – Esqueceram de Mim

tumblr_m8s40jb5wy1ro7x7uo1_5002) O mais fofo – O estranho mundo de Jack

O-Estranho-Mundo-de-Jack3) O melhor (Esse filme esta no meu top 10), assito todo ano e sei todas as falas e músicas de cor – O Grinch

Dr_ Seuss' How the Grinch Stole Christmas (2000)Sem esses filmes o meu dezembro não é completo. Somente para finalizar, fiquem todos com a música natalina mais cantada em dezembro e com a campanha linda da Oi para o natal deste ano.

Feliz natal e espero que todos sejam igualmente atingidos por essa mágica!

(8 dias para o natal e contando…)

Processo do Passado

Aproveitando alguns fatos recentes, como o meu namorado prestando FUVEST para estudar Matemática amanhã. O Vinícius (namorado) me disse desde o dia que me conheceu que tem vocação para ser professor. Passou pela minha mente aquela famosa frase que toda mãe já disse pelo menos uma vez: “Você só estuda, não faz mais nada. Tem a obrigação de ir bem nisso”.

Por que (meudeusdocéu) tenho a obrigação de ser boa em matemática e física se eu realmente não me identifico com a matéria? De fato, não tenho. Caminhando por alguns bons blogs da vida encontrei o seguinte vídeo:

O vídeo traz a fala de Sir Ken Robinson, um especialista em educação e criatividade. Analisando de forma crítica o sistema atual de educação, Sir Ken Robinson mostra que os processos alienam os alunos, de forma que ninguém tem o interesse de ir ao colégio e assistir todas aquelas baboseiras chatas.

As crianças são tratadas como uma linha de produção. Divididas em grupos por idade e testadas constantemente por métodos iguais, alguém que tenha predominância do lado direito do cérebro é julgado da mesma maneira por quem tem vantagem do lado esquerdo. Tudo isso cria aquela famosa divisão nas escolas de quem é inteligente e quem não é. Escolas de renome, inclusive onde eu estudei, divide alunos por notas (QUEABSURDO!). A sociedade perde assim pessoas brilhantes, por serem consideradas desprovidas de inteligência. Elas são desestimuladas.

Outro ponto tocado no vídeo é o fato das crianças de hoje serem “anestesiadas” com medicamentos (por causa do famoso DDA) porque não conseguem manter sua atenção em uma coisa que consideram extremamente chatas, enquanto são bombardeadas a todo momento por estímulos como a publicidade, televisão, vídeo games e esse tipo de coisa que é bem mais atrativa.

Como podemos cobrar de uma criança concentração em paroxítonas e proparoxítonas se elas estão realmente interessadas em vídeo games e computadores. Algumas delas são realmente boas nisso. Cobramos educação física do nosso querido colega nerd que na verdade só queria mais alguns problemas matemáticos para resolver.

Depois de criarmos todos estes padrões, moldes e perfis, pegamos tudo e jogarmos na cara das crianças, fazendo assim classificações de quais diferenças são consideradas boas e ruins. Aqueles que são “diferentes” acabam sofrendo algum tipo de bullying e tem sérios problemas por isso. Isso tudo é devido ao maravilho processo educacional atual.

O que mais me deixa passada é que criamos essa ideia de que necessitamos de um diploma e precisamos trabalhar muito para sermos bem sucedidos e assim ter dinheiro para sermos felizes. Quando chegamos onde queríamos temos que trabalhar mais para conseguir algo “melhor” e ter mais dinheiro, pois precisamos disso tudo para ser alguém na vida. Resultamos naquela famosa frase: “Trabalhamos em empregos que odiamos para comprar porcarias de que não precisamos”.

Espero que meu namorado seja realmente um maravilhoso professor de matemática (tenho certeza que ele será), mas também que entenda que nem todos vão amar matemática e talvez uma prova difícil e complicada não vai testa-los de maneira justa. Que talvez que o intercâmbio de informações (a.k.a. cola) não seja o fim do mundo. Que ele e todos os professores busquem uma quebra de paradigmas no sistema educacional, melhorando assim a vida de todas as crianças e moldando adultos melhores.

Não mães do Brasil e do mundo, não temos a obrigação de ser bom em tudo isso só porque estudamos e mais nada.

“Todos nós somos gênios, mas se você julgar um peixe por sua capacidade de escalar uma árvore, ele passará a vida acreditando que é idiota” – Albert Einstein.
(Vi o vídeo e o post sobre no seguinte blog: libertesedosistema.blogspot.com.br )

Pela cidade – Vídeo Guerrilha

Essa sexta fui conferir como estava a Rua Augusta com o projeto Vídeo Guerrilha deste ano. Eis o que encontro: Rua Augusta, muitas pessoas subindo e descendo, bares e restaurantes lotados. Tudo igual. Essa sexta feira a Rua Augusta estava exatamente como em qualquer outra.

Olhando de outro angulo temos uma Rua Augusta com projeções artísticas enormes em diversos prédios, o Vídeo Guerrilha é um projeto que une tecnologia e arte em espaço aberto. Um exposição ao ar livre. Achei o projeto maravilhoso, a cidade continua no seu ritmo normal, mas mais divertida e bonita de se ver.

Acho muito legal essa iniciativa de colorir e deixar o concreto da Cidade de São Paulo mais alegre. Me lembrou a campanha que a GE fez no meio deste ano, colocando grandes painéis em pontos marcantes da capital paulista, melhorando o aspecto monótono.

Através de vídeo-arte, fotografias, animações e um espaço interativo feitos por mais de 100 artistas do Brasil e do mundo, o Vídeo Guerrilha tem também como objetivo revitalizar a Rua Augusta e fixa-la como um pólo artístico e cultural.

O Vídeo Guerrilha vai somente até hoje (24/11) em São Paulo e quem não tiver nada programado para esse sábado, vale a pena passar por lá.